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sábado, 11 de agosto de 2007

O Pai Nunca Desiste


Há alguns dias atrás li esta linda história, com a qual me emocionei, e quero compartilhá-la com você amigo leitor, seja pai ou filho. Temos muito que aprender com essa lição de um pai que nunca desiste da felicidade do filho.
“Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados. Tinha ele um único filho, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.
Um dia o velho pai,já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: " Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai ". Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse: - Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu, e sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar. E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos. É por isso que eu construí esta forca;sim, ela é para você, e quero que me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.
O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens,perdeu os amigos e a própria dignidade. Desesperado e aflito, começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo,lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer: - Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais.- Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava. A passos lentos se dirigiu ate lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse: - Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada. Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e disse: - Ah! se eu tivesse uma nova chance ... E pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caíram jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; A forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia: - Essa é a sua nova chance. Eu te Amo muito. Seu Pai”.
Meu prezado leitor, nesta história vemos uma grande lição que o sábio pai deu à seu filho dissoluto (como o Filho Pródigo, do Evangelho de Lucas capítulo 15), e, que só o beneficiou depois que o pai havia morrido. Graças a Deus que ainda conseguiu viver. O pior é que existem muitos filhos que levam uma vida desregrada e quando seu pai morre, logo morrem também, por não terem ouvido os conselhos do pai e não saberem o que fazer com sua vida. Deixo aqui meu conselho a todos os filhos: obedeçam dos conselhos dos vossos pais!

Pr. Sérgio Melfior
Pastor Presidente da Assembléia de Deus de Caçador – SC
www.adcacador.com.br


Publicado no Jornal Extra (Caçador – SC)

O Pai de Larissa


“Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.” Êxodo 20.12

“Larissa é uma jovem estudante que tinha vergonha por seu pai trabalhar como rebocador, enquanto os pais de suas amigas usavam terno e gravata para trabalhar. Ela confessou seus sentimentos para sua mãe, que a levou até o local onde seu pai estava trabalhando. Lá, ela viu seu pai sobre o teto de uma obra que crepitava com o calor, mergulhado em suor, mas imerso em seu trabalho. 'Observe bem o seu pai que está trabalhando arduamente neste calor', disse sua mãe. Posteriormente, a filha perguntou ao seu pai a razão de ele não trabalhar em um escritório, assim ele poderia estar trabalhando sob um local com teto, em vez de estar sentado sobre ele. O pai sorriu e disse: 'Diferentes tipos de serviço servem para diferentes pessoas. Todos estão dando o melhor de si para viver. Mas, nenhum emprego é tão fácil como parece para um mero observador. Eu estou realmente orgulhoso do meu trabalho. Por favor, não julgue as pessoas pela aparência'. A garota refletiu sobre este fato e começou a compreender o significado das palavras do seu pai. Ela chegou à conclusão: 'Não resta a menor dúvida de que meu pai é o melhor do mundo. Eu vou ser como ele e seja o que for eu darei o melhor de mim'.”
Que você, meu amado e querido leitor possa valorizar o seu pai. Pais (e mães...) que estão imbuídos do orgulho por suas vidas, não importando o caminho que escolheram e que enfrentam cada desafio com confiança e altivez - deixam um verdadeiro e inestimável legado para seus filhos. Vemos isso nesta pequena e substanciosa ilustração que acabamos de citar acima. Deus abençoa àquele que honra o seu pai (e a sua mãe) prolongando-lhe os dias na face da terra. Ainda que o seu pai não seja um bom exemplo, ou não seja o pai que você gostaria de ter, mesmo assim honre-o e Deus te recompensará poderosamente.
À você papai: Um feliz Dia dos Pais!

Pastor Sérgio Melfior
Pastor Presidente da Assembléia de Deus de Caçador.
www.boasnoticiascacador.blogspot.com

Artigo publicado no Jornal Informe (Caçador – SC)

O Pai e seus Presentes


Estamos na Semana dos Pais. Todo o comércio em Caçador está movimentado, anunciando e vendendo presentes para os filhos presentearem os pais. Mas, apesar de todo esse burburinho em relação ao Dia dos Pais, pouco se fala dos presentes que os pais dão aos filhos. Geralmente, mesmo o pai sendo pobre, o presente que o pai dá ao filho com seu exemplo é perene, jamais se acaba. Quero ilustrar isso com uma história que eu li dias atrás, de um autor desconhecido.
“Cada um dos sete filhos trabalhou na loja de nosso pai, nossa própria loja de departamentos. No inicio fazíamos pequenos trabalhos como varrer o chão, arrumar as prateleiras e fazer embrulhos, e mais tarde, quando tínhamos experiência, atendíamos aos clientes. Trabalhando e prestando atenção, nós aprendemos que trabalhar era mais do que sobreviver e vender. Uma lição ficou gravada em minha mente.Era próximo do natal. Eu estava na oitava série e trabalhava à noite, ajeitando a seção de brinquedos. Um pequeno garoto, com uns cinco ou seis anos, entrou. Ele vestia um desgastado e sujo casaco marrom. O cabelo despenteado. O tênis rasgado e desamarrado. O garoto me pareceu muito pobre - demasiado pobre para ter dinheiro para comprar qualquer coisa.Olhou em torno da seção de brinquedos, pegava um brinquedo, olhava atentamente e devolvia com cuidado ao seu lugar. Papai desceu as escadas e caminhou até o menino. Seus olhos azuis sorriam e a covinha no rosto sobressaía quando perguntou ao menino o que poderia fazer por ele. O menino disse que procurava um presente de natal para dar à seu irmão. Me impressionou como papai o tratou com o mesmo respeito com que tratava a todos os clientes. Papai lhe disse para ficar à vontade e procurar com calma. Aproximadamente 20 minutos depois, o menino escolheu um brinquedo, foi até meu pai e perguntou, - Senhor, quanto custa este? - Quanto você tem? Meu pai perguntou. O menino enfiou a mão no bolso e retirou algumas moedas R$ 27 centavos. O preço do brinquedo escolhido era R$ 3,98. Mas que sorte! É exatamente o quanto custa! Meu pai lhe disse e fechou a venda. A resposta de papai ainda soa em meus ouvidos. Eu pensava nisto enquanto embrulhava o presente. Quando o menino saía da loja, eu já não observava a roupa suja e desgastada, o cabelo despenteado, ou o tênis rasgado e desamarrado. O que eu via era uma criança radiante levando um tesouro.”
Querido pai que lê esta coluna, Deus se agrada do pai que ama seus filhos e que dá a ele os melhores presentes: um exemplo de amor, justiça, honestidade e temor de Deus. Você como “sacerdote do lar” tem a missão de criar os seus filhos “na doutrina e admoestação do Senhor” (Efésios 6.4). Certamente o Senhor Jesus Cristo te recompensará, dando-te como presente neste dia dos pais a gratidão e o amor de teus filhos.

Pr. Sérgio Melfior
http://www.adcacador.com.br/